jul
17
2012
Baú das recordações ( recolha dos andores no dia da festa em honra de São Simão ) Sorgaçosa
jul
15
2012
Ainda há pastores na Serra do Açor - ( foto tirada na aldeia do Barrigueiro - Concelho de Arganil )
jul
14
2012
Publicado por
Rica e Bela Serra do Açor
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Mar Português
Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
Fernando Pessoa
jul
13
2012
Publicado por
Rica e Bela Serra do Açor
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Quando acordar
e abrir a janela,
e olhar o céu e contemplar
o brilho do sol,
imagine que seu dia
terá um brilho bem maior,
porque assim o deseja...
assim o quer....
E mesmo que não consiga
ver esse brilho com os olhos,
o sentirá refletindo na sua alma.
Pois ele nada mais é
que a sua felicidade
ou a sua vontade de lutar
para encontrá-la...
e abrir a janela,
e olhar o céu e contemplar
o brilho do sol,
imagine que seu dia
terá um brilho bem maior,
porque assim o deseja...
assim o quer....
E mesmo que não consiga
ver esse brilho com os olhos,
o sentirá refletindo na sua alma.
Pois ele nada mais é
que a sua felicidade
ou a sua vontade de lutar
para encontrá-la...
jul
08
2012
Rica e Bela Serra do Açor
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Rica e Bela Serra do Açor
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Rica e bela Serra do Açor
Com o Caramulo ao fundo
Tens recantos de encantar
Dos mais belos que há no Mundo
António Martinho
jul
07
2012
A Louva-a-Deus ( animal muito característico da nossa Serra do Açor )
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Rica e Bela Serra do Açor
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Ao Louva-a-Deus
Como se inquieta quieto
aguardando por sua presa
entre poiso assaz secreto
em pleno olhar e destreza
eleva suas patas aos céus
parecendo estar rezando
das plantas as folhas são os véus
que ali o vão resguardando
pela sua cor esverdeada
permanece muito discreto
e num gesto vindo do nada
lá apanha outro insecto
observa a boa distância
sereno da sua camuflagem
este predador elegância
que faz assim sua filtragem
Mantodea é a ordem sua
Por entre outras dos insectos
cavalinho palavra nua
animal de muitos afectos
Como se inquieta quieto
aguardando por sua presa
entre poiso assaz secreto
em pleno olhar e destreza
eleva suas patas aos céus
parecendo estar rezando
das plantas as folhas são os véus
que ali o vão resguardando
pela sua cor esverdeada
permanece muito discreto
e num gesto vindo do nada
lá apanha outro insecto
observa a boa distância
sereno da sua camuflagem
este predador elegância
que faz assim sua filtragem
Mantodea é a ordem sua
Por entre outras dos insectos
cavalinho palavra nua
animal de muitos afectos
António MR Martins
jul
04
2012
Casas tíipicas da região da Serra do Açor. Hoje são simples casas abandonadas ou somente casas de arrecadação, ( palheiras ).
jul
03
2012
Marcas que o tempo não apagou!
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Rica e Bela Serra do Açor
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Marcas que o tempo não apagou
Estas relheiras na rocha foram feitas pelas rodas dos carros de bois
que por aqui passavam a caminho da Beira Baixa, vindos do Porto da Raiva
- Coimbra, através do alto da Serra do Açor. Esta estrada chamava-se -
estrada Real ou do Sal.
jul
02
2012
Á fonte da minha aldeia!
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Rica e Bela Serra do Açor
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A fonte do meu lugar
Ponto de encontro prá amar
Noutro tempo à noitinha
Está para ali a chorar
Por ninguém lá ir buscar
A sua água fresquinha.
Cântaros de barro à cabeça
Já não há quem os conheça
Na elegância do andar
Das moças namoradeiras
Acabaram as cantareiras
Que dantes havia no lar.
Lembra a fonte com saudade
Segredos da mocidade
Devaneios do coração:
Hoje há água da rede
E ninguém lá mata a sede
De amar que havia então.
Em ti bebeu tanta gente
Foste minha confidente
Oh fonte da minha aldeia
Peço-te perdão a cantar
Por nunca mais me sentar
No banco que te rodeia.
A minha fonte esquecida
Sempre fiel e amiga
Merece aqui ser lembrada.
Porque após tanto enredo
Do que ouviu guardou segredo
Do que viu não contou nada".
Poeta Viriato Gouveia
Ponto de encontro prá amar
Noutro tempo à noitinha
Está para ali a chorar
Por ninguém lá ir buscar
A sua água fresquinha.
Cântaros de barro à cabeça
Já não há quem os conheça
Na elegância do andar
Das moças namoradeiras
Acabaram as cantareiras
Que dantes havia no lar.
Lembra a fonte com saudade
Segredos da mocidade
Devaneios do coração:
Hoje há água da rede
E ninguém lá mata a sede
De amar que havia então.
Em ti bebeu tanta gente
Foste minha confidente
Oh fonte da minha aldeia
Peço-te perdão a cantar
Por nunca mais me sentar
No banco que te rodeia.
A minha fonte esquecida
Sempre fiel e amiga
Merece aqui ser lembrada.
Porque após tanto enredo
Do que ouviu guardou segredo
Do que viu não contou nada".
Poeta Viriato Gouveia
Aldeia da Dez
jul
01
2012
Publicado por
Rica e Bela Serra do Açor
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Vinhos e Livros...
Da vida sábia e sem perda
Melhor exemplo não topo
Que um livro na mão esquerda E na mão direita um copo
Com igual fervor constante
Tua mão colide e agrega
Bons livros, na tua estante
Bons vinhos, na tua adega!
Da vida sábia e sem perda
Melhor exemplo não topo
Que um livro na mão esquerda E na mão direita um copo
Com igual fervor constante
Tua mão colide e agrega
Bons livros, na tua estante
Bons vinhos, na tua adega!
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